Acompanhantes Curitiba: 100 anos de história

Já parou para pensar como funcionava o mercado das acompanhantes Curitiba a 100 anos atrás? Por incrível que pareça, não era muito diferente dos dias de hoje. Os problemas e perigos enfrentados pelas garotas de programa atualmente são muito semelhantes aos do passado. A história nos conta que elas sempre estiveram presentes na sociedade curitibana, e fazem parte da cultura da cidade.

 

Acompanhantes Curitiba: O início

No começo do século XX Curitiba tem um aumento populacional considerável, alinhado a aumento de território e modernização urbana. Se em 1870 a população curitibana era de 12.700 habitantes aproximadamente, em 1920 esse número pula para 70.000. Assim, logo torna-se um centro urbano de importância nacional. E com isso, naturalmente surgem em número crescente as chamadas “mulheres públicas”, como eram conhecidas as acompanhantes Curitiba na época.

Em 1929 inicia-se na capital paranaense o controle policial das profissionais do sexo. No ano de 1928 a polícia civil cria a delegacia de Costumes para a cidade. A função da nova repartição pública era cuidar pelos bons costumes e morais da época, com comportamentos não tidos como criminosos, mas que de alguma forma atentavam contra a ordem pública. Entre os grupos controlados, além de mendigos e trabalhadores domésticos, estavam as prostitutas.

Aproximadamente um ano após a criação da delegacia, inicia-se o registro das acompanhantes Curitiba. Esta foi a solução encontrada pela polícia da época para melhor controlar e vigiar as meretrizes, principalmente na região do centro da cidade. As prostitutas eram encaminhadas para o Gabinete de Identificação e Estatística, onde eram fichadas. Os dados pessoais eram registrados, assim como possíveis contravenções cometidas. Após o processo de identificação, as acompanhantes Curitiba recebiam em troca uma “certidão de meretriz”, uma espécie de carteira de identidade das profissionais do sexo, que deveria ser apresentado sempre que abordadas pelas forças policiais. Este sistema perdurou até o ano de 1937, e no total foram registradas 914 “mulheres públicas”.

Um dos principais pontos de prostituição de Curitiba na época, era a rua Racticliff, que logo depois passaria a se chamar Desembargador Westphalen. O logradouro se tornou um reduto de marginalidade e criminalidade, sobretudo no local conhecido como Barranco, parte da rua que comportava botequins e bordéis do baixo meretrício. Ele é fechado pela polícia em 1929, mas a região continua sendo um famoso ponto de prostituição e atividades ilícitas.

 

Acompanhantes Curitiba: Os dias atuais

De acordo com a ONG Grupo Liberdade, fundada em 1994 com foco na assistência, conscientização e luta pelos direitos da mulher prostituída, em Curitiba e região metropolitana mais de 30 mil mulheres ganham a vida como acompanhantes. Conforme mostrado anteriormente, este número era de menos de mil prostitutas em 1920.

Distribuídas em 3.780 pontos, 90% destas mulheres vivem apenas da prostituição. Somente na capital são mais de 600 casas de médio e grande porte, além de mais de 400 bares frequentados por garotas de programa.

Os valores dos programas variam muito, dependem da aparência da profissional e do local onde serão realizados os serviços. São cobrados entre R$ 5 e R$ 500 por programa. As mulheres têm idades variadas, entre 18 e 68 anos. Os principais pontos de prostituição em Curitiba são ruas e praças do centro da cidade.

 

Vamos fazer história?

Agora que conhece um pouco mais da história das garotas de programa da nossa cidade, que tal aproveitar e fazer parte da história viva das acompanhantes Curitiba? Escolha uma de nossas garotas e marque um encontro para sentir muito prazer e dar asas as suas fantasias.